Aumento no valor das aposentadorias

De: 15 de janeiro de 2013 Clipping

Estamos informando aos aposentados e pensionistas, que recebem pelo INSS, que os benefícios acima do mínimo terão reajuste de 6,15%, de acordo com as informações divulgadas recentemente. Assim, quem recebe, por exemplo, R$1.000,00 passará a receber R$1.061,50. Uma vez mais, é bom registrar, o aumento para os aposentados foi menor do que o aumento do salário mínimo, em torno de 30%. E, assim, as aposentadorias e pensões vão se achatando e não demora estarem todos os valores emparelhados com o salário mínimo.

E quem vai se aposentar irá receber da Previdência o valor máximo de R$ 4.157,05. Quem está na ativa, recebendo salários altos, deve se socorrer de planos de previdência privados, para não ver a sua renda mensal despencar ao se aposentar.

Feito o registro do “grande aumento” para aposentados e pensionistas é importante darmos uma outra notícia importante: Veja no banco onde você recebe a sua aposentadoria ou a sua pensão se já pode fazer prova de vida.  Eu recebi o aviso para ir ao banco informar que estou vivo. Fui e provei, tanto que recebi o recibo que indica que “a sua prova de vida foi bem-feita”. Estou, portanto, vivo e apto a continuar a receber os valores a que tenho direito.

Aprovo esta importante medida tomada pela Previdência pois sabe-se de muitos casos de parentes ou procuradores que continuaram a receber os valores mensais de aposentadorias ou pensões, depois do falecimento dos beneficiários. Claro que a Previdência tem procurado buscar os valores indevidamente recebidos e até denunciar os culpados à Justiça. Mas os rombos continuarão a ocorrer, que a tentação é grande. Daí surgir a chamada “Prova de vida”, que ajuda a acabar com as fraudes e, porque não, proteger os aposentados e pensionistas.

E bem recentemente a imprensa (Jornal da Manhã 13-01) noticiou o caso do aposentado Edilson Passos da Silva que, ao procurar receber a sua aposentadoria, recebeu a informação do caixa de que não era possível fazer o pagamento, pois havia um atestado de óbito dando conta de que o segurado estava morto. O fato é que ele perdera os seus documentos em 2005, em Patrocínio, e quem os encontrou acabou falecendo com eles no bolso e a pessoa foi enterrada como sendo o Edilson, que está bem vivo e tenta na Justiça obter, digamos, uma “certidão de nascimento”. Edilson já tirou, há tempos, novos documentos e conseguiu no INSS receber a sua aposentadoria, sendo que o Instituto vai passar o pagamento do benefício para outro banco.

Vejam, pois, que quem está vivo não consegue movimentar a sua conta em um banco, pois o banco diz que ele está morto. E muitos parentes ou procuradores de segurados da previdência, que já morreram de verdade, sacam os valores depositados na conta do extinto. A Previdência tem mesmo que abrir o olho e fiscalizar.

Fonte: Jornal da Manhã

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