AnaparPrev: Viva supera desafios de 2020 com resultados positivos de investimentos

21 de Janeiro de 2021

O ano de 2020 foi desafiador para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), devido aos impactos diretos nos investimentos provocados pela pandemia da covid-19. Mas, a estratégia de investimentos dos planos administrados pela Viva Previdência foi construída de forma a suportar as flutuações de mercado, fechando o ano com resultados positivos. 

“Mais uma vez, a Viva apresenta números surpreendentes, mesmo diante do cenário de crise que o mundo todo enfrentou em 2020, com efeito na economia, que provocou um movimento de grande volatilidade nos preços dos ativos, inclusive no Brasil. Isso tudo gera impacto direto sobre os investimentos de maneira geral, incluindo os fundos de pensão. Então, depositamos muita atenção, adotando todas as medidas, em busca de boas práticas de governança e, principalmente, de manter o nosso compromisso com os participantes”, desta Silas Devai Jr., diretor-presidente da Fundação. 

O mês de dezembro de 2020 foi marcado pela continuidade do otimismo nos mercados financeiros globais, que registraram novos ganhos, com alta nas bolsas, dólar em queda frente às principais moedas e juros em baixa. Os principais motores foram as notícias do início da vacinação para combater a covid-19 em alguns países e a aprovação do pacote de estímulos dos EUA. No Brasil, a forte entrada de recursos de investidores estrangeiros na procura por ativos de risco favoreceu a performance positiva dos mercados financeiros. 

VIVA EMPRESARIAL 

A estratégia de investimentos do plano Viva Empresarial foi construída de forma a suportar as flutuações de mercado e foi voltada ao horizonte de retorno de longo prazo. Assim, em dezembro, a carteira do plano obteve retorno positivo de 2,93%, desempenho acima da meta referencial, que foi de 1,81%. O segmento de renda fixa obteve valorização de 1,59% no mesmo período, superior ao CDI (taxa de juros do mercado financeiro), que foi de 0,16%. No ano, a rentabilidade foi de 3,32%, contra o CDI de 2,76%. O destaque positivo foi a performance dos títulos públicos federais da carteira própria. No segmento de renda variável, a carteira valorizou 8,26% no mês, enquanto o Ibovespa subiu 9,30%. No ano, a carteira de renda variável registrou valorização de 2,18%, enquanto o Ibovespa subiu 2,92%. “Mantivemos a carteira diversificada como ótima estratégia de alocação”, avalia o gerente de Investimentos da Viva, Adriano Suzarte. 

VIVA FUTURO 

Em dezembro, a rentabilidade das aplicações do plano Viva Futuro foi de 0,92%, acima da meta referencial de 110% do CDI, que foi de 0,18%. No ano, a carteira consolidada registrou resultado positivo de 4,58%, atingindo 158% acima da meta, que foi de 2,90%. O segmento de renda fixa obteve retorno de 0,17% no mês de dezembro, superando o CDI, que foi de 0,16%. No ano, o retorno acumulado do segmento foi de 2,59%, contra a meta referencial de 2,90%. O plano teve desempenho positivo também na renda variável, com 8,39% no último mês do ano, enquanto o Ibovespa registrou ganho de 9,30%. No acumulado de 2020, o segmento obteve retorno de 9,51%, contra 11,61% do Ibovespa, no mesmo período. Como estratégia de alocação foi mantida a carteira diversificada. 

VIVA PECÚLIO 

A carteira consolidada do plano Viva Pecúlio (ativos) valorizou 2,40% em dezembro, acima da meta atuarial de 1,80% no mês. No ano, a rentabilidade foi de 4,85%,abaixo da meta atuarial, que foi de 9,73%, mas 176% superior ao CDI, que foi de 2,76%. O segmento de renda fixa obteve rentabilidade de 1,01% no mesmo período, superior ao CDI, que foi de 0,16%. No ano, a rentabilidade foi de 6,79%, contra o CDI de 2,76%. O destaque positivo ficou para os títulos públicos federais (NTN-C e NTN-B) da carteira própria. No segmento de renda variável, a carteira valorizou 8,20% no mês, abaixo do Ibovespa, que foi de 9,30%. No ano, a carteira de renda variável acumulou alta de 1,91%, enquanto o Ibovespa subiu 2,92%. Como estratégia de alocação foi mantida a carteira diversificada.

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